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A possibilidade de os Estados Unidos classificarem facções brasileiras como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas tem gerado preocupação entre especialistas em relações internacionais.


O tema foi discutido entre o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o secretário de Estado americano, Marco Rubio. O governo brasileiro tenta evitar esse enquadramento, que mudaria a forma como os grupos são tratados internacionalmente.


Caso a classificação ocorra, os EUA poderiam adotar medidas mais duras, como bloqueio de ativos, restrições financeiras e sanções contra pessoas ou empresas ligadas às facções.


Especialistas afirmam que a mudança também poderia aumentar pressões diplomáticas sobre o Brasil e deslocar o debate sobre o crime organizado do campo da segurança pública para a segurança internacional. Atualmente, as facções são tratadas principalmente como organizações criminosas ligadas ao narcotráfico.


Clientes do Nubank têm recorrido à Justiça após terem contas bloqueadas sem aviso prévio e ficarem temporariamente impedidos de acessar os próprios recursos. Em ações analisadas pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), correntistas relatam que a instituição justificou as restrições com base em supostos “indícios de conduta ilícita”.


Segundo os processos, os clientes afirmam que não receberam comunicação prévia sobre os bloqueios e precisaram acionar o Judiciário para recuperar valores retidos. Pela legislação brasileira, esse tipo de bloqueio deve durar até 72 horas, período destinado à verificação de possíveis fraudes, com posterior justificativa formal ao titular da conta.


Em um dos casos, um centro de estética de Águas Claras (DF) teve mais de R$ 2 milhões bloqueados. O valor havia sido transferido pela Receita Federal do Brasil, por meio do Banco do Brasil, como restituição de tributos pagos indevidamente ao longo de anos. Apesar da origem comprovada do dinheiro, a conta foi posteriormente encerrada pelo banco digital sem a transferência dos recursos para outra conta da mesma titularidade.


O bloqueio ocorreu em 20 de janeiro e a liberação dos valores só foi determinada judicialmente no início de março. Na defesa apresentada à Justiça, o Nubank alegou que o bloqueio ocorreu após sistemas internos de segurança e compliance identificarem movimentações consideradas atípicas.


Ao analisar o caso, a juíza Márcia Alves Martins Lôbo entendeu que a instituição não apresentou provas de irregularidade nas transações nem demonstrou ter comunicado autoridades competentes sobre eventual suspeita de crime. A decisão determinou a liberação dos valores ao cliente.


Ivana descartou a possibilidade de compor a chapa majoritária governista e falou da colega Cláudia Oliveira como um dos bons nomes para a chapa de Rodrigues
Ivana descartou a possibilidade de compor a chapa majoritária governista e falou da colega Cláudia Oliveira como um dos bons nomes para a chapa de Rodrigues

A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), Ivana Bastos (PSD), descartou a possibilidade de disputar o cargo de vice-governadora na chapa liderada por Jerônimo Rodrigues (PT) nas próximas eleições.


Em entrevista, a parlamentar afirmou que o partido possui bons nomes para a vaga e destacou a deputada Cláudia Oliveira (PSD) como uma “excelente opção” para compor a chapa governista. Segundo Ivana, a colega tem experiência administrativa e perfil político para disputar um cargo majoritário.


Ivana também ressaltou que o PSD segue em diálogo com o governo estadual para definir sua participação na chapa e que a decisão deve ocorrer até o fim do mês.


A deputada ainda destacou o fortalecimento do partido com novas filiações e afirmou que a sigla pretende ampliar a presença feminina na política baiana, com expectativa de formar uma das maiores bancadas da Assembleia Legislativa.

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