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Brasileiros são pegos com mais de 6 toneladas de cocaína em submarino

  • Foto do escritor: Redação
    Redação
  • 27 de mar.
  • 2 min de leitura

Mais de 6 toneladas de cocaína; foram pegos pela polícia de Portugal

Uma operação conjunta das autoridades de Portugal e Espanha interceptaram um submarino semissubmersível carregado com 6,5 toneladas de cocaína no oceano Atlântico, a mais de 3.000 quilômetros de Lisboa e cerca de 920 quilômetros dos Açores. 

Cinco tripulantes, sendo três brasileiros, um colombiano e um espanhol, foram presos. Os nomes dos suspeitos não foram divulgados. 


De acordo com a investigação, o submersível partiu do litoral brasileiro e tinha como destino algum ponto da Península Ibérica. 

Segundo a Guarda Civil espanhola, esta foi a primeira vez que um submarino semissubmersível foi interceptado em mar aberto. 

Em entrevista coletiva, o diretor nacional da Polícia Judiciária, Luís Neves, disse que os narcossubmarinos se aproximam da costa apenas o suficiente para serem abordados por lanchas, que realizam o transporte da carga ilícita para o continente. 

Ainda segundo Neves, os tripulantes presos "não são aprendizes" e foram treinados para a ação criminosa que cruzou o Atlântico. O nome da organização criminosa responsável pelo caso não foi divulgado. 

Imagens divulgadas pelas autoridades mostram o momento da apreensão e o interior do submarino. 

A operação, batizada de Nautilus, foi elaborada após um alerta do Centro de Análise e Operações Marítimas (Narcóticos), órgão que reúne oito países da União Europeia e o Reino Unido com o objetivo de combater o tráfico de drogas nos mares. 


A informação de que um narcossubmarino estava se aproximando de Portugal foi compartilhada pela Guarda Civil da Espanha e conduzida sob a supervisão do Departamento Central de Investigação e Ação Penal. 


A Marinha Portuguesa mobilizou um conjunto de meios da Componente Naval do Sistema de Forças, incluindo recursos de comando e controle, patrulha e fiscalização, além da projeção de força no oceano. 

Já a Força Aérea Portuguesa realizou missões de vigilância e reconhecimento, empregando radares de alta precisão que permitem "ver sem ser visto", totalizando mais de 17 horas de voo. A força aérea também foi responsável pela projeção logística via aérea das equipes envolvidas na operação. 

O chefe do Estado-Maior da Força Aérea, general João Cartaxo Alves, destacou, durante a coletiva de imprensa, que essa foi uma operação sem precedentes devido à magnitude da apreensão, mas ressaltou que o combate ao narcotráfico já faz parte da rotina das forças militares portuguesas em cooperação com outras entidades, como a Polícia Judiciária e a Marinha.

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Antonio Marcos Nunes dos Santos

Jornalista - Registro 0006829/BA  

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