O destruidor de amizades
- Antonio Marcos Nunes
- 21 de mar.
- 1 min de leitura

Encontrei em uma padaria numa dessas tardes de calor escaldante que vem agoniando a todos, um grande e estimado amigo; aquela amizade que o mal jamais destrói. Ele bebia um suco, afinal naquele dia tinha um sol para cada eunapolitano, mas enfim, depois dos cumprimentos, eis aquele bate-papo para falar de tudo, no entanto, o prato principal foi a danada da política.
Conversa vai, conversa vem, e derrepente ouve-se na conversa: "aquele é o verdadeiro destruidor de amizades", a referência era dirigida a um político de Eunápolis. Diante da conclusão mais que óbvia, de uma atmosfera carregada que rodeia o indivíduo, com tantas e tantas amizades desfeitas pela ação direta e indiretamente do envolvimento com esse personagem que arruinou com o relacionamento de amigos de anos ou até de pessoas que mal se conheciam.
Naquela conversa, eu, disse para meu velho amigo: "Ainda bem que nós estamos aqui, vencemos a covid e também o destruidor de amigos e graças a Deus somos imunes a quaquer veneno...", aí finalizamos a conversa e, depois de um aperto de mão cada um pegou seu rumo, com uma certeza, eu, meu amigo e os eunapolitanos nos vacinamos contra o dapezismo.